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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Desculpe o transtorno....


Estou em construção
Gabriel Chalita

Durante a nossa vida causamos transtornos na vida de muitas pessoas, porque somos imperfeitos.


Nas esquinas da vida, pronunciamos palavras inadequadas, falamos sem necessidade, incomodamos.


Nas relações mais próximas, agredimos sem intenção ou intencionalmente. Mas agredimos.


Não respeitamos o tempo do outro, a história do outro. Parece que o mundo gira em torno dos nossos desejos e o outro é apenas um detalhe. E, assim, vamos causando transtornos. Esses tantos transtornos mostram que não estamos prontos, mas em construção. Tijolo a tijolo, o templo da nossa história vai ganhando forma.


O outro também está em construção e também causa transtornos. E, às vezes, um tijolo cai e nos machuca. Outras vezes, é o cal ou o cimento que suja nosso rosto. E quando não é um, é outro.


E o tempo todo nós temos que nos limpar e cuidar das feridas, assim como os outros que convivem conosco também têm de fazer.


Os erros dos outros, os meus erros. Os meus erros, os erros dos outros. Esta é uma conclusão essencial: todas as pessoas erram.


A partir dessa conclusão, chegamos a uma necessidade humana e cristã: o perdão. Perdoar é cuidar das feridas e sujeiras. É compreender que os transtornos são muitas vezes involuntários.


Que os erros dos outros são semelhantes aos meus erros e que, como caminhantes de uma jornada, é preciso olhar adiante. Se nos preocupamos com o que passou, com a poeira, com o tijolo caído, o horizonte deixará de ser contemplado.


E será um desperdício. O convite que faço é que você experimente a beleza do perdão. É um banho na alma! Deixa leve! Se eu errei, se eu o magoei, se eu o julguei mal, desculpe-me por todos esses transtornos. Estou em construção!


Sensibilidades recentes...
Recebi esta manhã este texto ,em pps, via email, através de uma amiga "do barulho".
Digo assim porque ela reúne tantas e quantas qualidades, mais e positivas pudermos pegar com  nossas palmas de maõs juntinhas...
Neusinha apareceu-me virtualmente lá no meu blog Linguagem e Afins,ano passado.
Assim que aposentei-me, um de meus propósitos, era manter no ar meus blogs pedagógicos.
 Lá estou firme e forte cheia de entusiasmos, graças ao meu estímulo literário e  paixão pela literatura infantil.
No meu mundo pedagógico real não obtive tantos retornos como gostaria....
No meu mundo virtual o retorno é abundante, farto,cheio de alegrias. Sinto-me tão útil,vocês não fazem ideia!
O nosso trabalho de magistério é muito cruel, sabemos....Muitos professores aposentam e trancam em seus  porões d'alma tanto rancor, injustiça...
Faço parte de um grupo pequeno de pessoas que ainda acredita na leitura de forma incondicional, gratuíta, lúdica, sem cobranças,sem rancores políticos, etc e etc.
Pois bem, "estamos em construção" me remete a tantas sensibilidades.....
A primeira é agradecer ao grande encontro que o Curupira me proporcionou.
"Um curupira trapalhão", livro infantil de Neuza Lozano Peres, a Neusinha, da Editora Noovha América.... Foi um recadinho que deixei em seu blog elogiando seu trabalho.
Pronto! Estávamos iniciando "transtornos" em nossas vidas.
Desde este dia, decidimos construir pontes literárias entre nós.
Chalita proporciona momentos de reflexão baseados em erros, falhas,remorsos e nos propõe pedir perdão.
Faço aqui uma proposta diferente.
Vamos transtornar vidas de pessoas construindo agradecimentos, verbalizando momentos positivos e até negativos, colocando a importância  e a  transposição das barreiras que existiam, ou que persistem.
Sim, somos imperfeitos.
Uma  de minhas imperfeições era a de esperar que as pessoas de meu mundo real me aceitassem.... Afinal,sou tão "transtornada" em sentimentos. Meu marido me chama de passarinho de asa quebrada....De tão derretida e chorona.... Ai....Ai...Decidi voar com ele a tantos anos,porque ele engessa minha asa e me empurra montanha abaixo.Se eu não alçar vôo,ele vem atrás e me resgata....( Desculpa,querido,meu transtorno em você é...é...sem palavras...)
Estou em construção me leva a incondicionalidade proporcionada pela amizade que Neusinha e eu desenvolvemos em tão pouco espaço. Ela me diz com suas letrinhas roxinhas nos emails que vale a pena acreditarmos no bem universal, fazendo o bem não importanto a quem.
Estamos em construção  retrata minha persistência em manter minha mente produtiva, profissional, voluntária, gratuíta,sem fins lucrativos, em blogs destinados ao incentivo da linguagem literária.
Desculpem -nos os  transtornos.
Neusinha e eu estamos mostrando que existem pessoas construindo laços profundos de amizades sem fins particulares.
Nossa construção final será dizer missão cumprida!
E por esta razão agradecemos a conexão net, a máquina informática, a luz elétrica. E um viva a Graham Bell, claro! ( ele estava em construção ao inventar o telefone...)






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4 comentários:

  1. Já o tinha lido lá no Face, amiga. Muito bom. Nada surpreendente vindo de você. Sensibilidade à flor da pele...

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. afff...corrigindo ...o texto...////
    Querida Krika...sniff aqui...Passaram por mim aqui na Editora e perguntaram...Ó que foi Neusinha?...respondi...-Nada não... foi um anjo que por aqui passou e me brindou com gotas de amor...É assim que a vejo minha amiga-irmã...pois amizades não é difícil de se encontrar, porém 'irmã'...é aquilo ue chamamos de 'comunhão'...temos objetivos semelhantes...falamos a mesma 'linguagem'...e amamos esta carreira que é uma 'eterna construção'...que na verdade...nos 'edifica' tbém...
    Parabéns por tudo que faz...pq sou apenas um instrumento nas mãos de uma grande 'carpinteira'...Mil bjs...NÊ

    (apague o anterior , por favor...olhinhos estavam turvos kkk)

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  4. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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