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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Esta poesia é lá do fundo do baú...

Conjugação do verbo amar




Já levantei a bandeira do amor muitas vezes,

E por mais razões jurei em vão, que não amaria mais.

Já desfilei em coração aberto,

Peito cheio de esperanças,

Cantando o amor nos chafarizes românticos.

Hoje, o amor mudou-me.

Tenho traços na face, expressões que o amor marcou.

Aprendi que amar é um verbo sem presente, passado e futuro.

Ele só casa as palavras:

Eu amo, eu amei, eu amarei;

Ou você ama, amou e amará.

Aprendi que o amor desejado é exibido.

Quer exclusividade, e, por isso trai,

Provoca ciúmes , desconfia e decepciona.

Aprendi que o amor é uma miragem,

É inconsistente.

Aprendi que, enquanto nossa teimosia existir,

Nós não seremos aquilo que amamos.

Nós seremos o amor refletido no outro.

O amor acontece em todas poesias

E declarações ao pé de ouvidos.

Mas ele não é concreto.

Ele se veste na flor, no mar, na lua ou estrela.

Ele atua no mais puro sexo,

No beijo, no carinho, no abraço.

Mas ele não é tocado...você não “pega”o amor.

Posso continuar levantando bandeiras de amor,

Para o amor.

Contudo, lembrarei das lágrimas e insônias,

Que tive durante estes manifestos....

Lembrarei das lacunas felizes também,

Porém, não ousarei mais em suas regras de verbo irregular.

By Krika



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